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Passeios à Noite

Escolas de Samba

Segunda Feira - Estácio de Sá

Há 86 anos nascia a a primeira Escola de Samba do Brasil. Embora não tivesse este nome ainda, mas já podia ser considerada uma "Escola" pois seus integrantes entre eles Ismael Silva ( autor de Antonico), ensinavam samba aos seus integrantes.

Nasceu no Bairro do Estácio no Rio de Janeiro.

De saltos em saltos acabou tornando-se, bem mais tarde, na raiz da Escola de Samba Estácio de Sá, antiga Unidos de São Carlos.

Quando a "Deixa Falar" surgiu em 1928 desfilavam apenas os ranchos, as sociedades carnavalescas e os blocos. Em 1932, quando ocorreu o primeiro desfile oficial das Escolas de Samba do Rio (Mangueira entre elas), a "Deixa Falar" não participou indo desfilar entres os Ranchos.

Foram membros da "Deixa Falar" que introduziram no samba a cuíca e que inventaram o surdo.

No dia 29 de março de 1933 ocorre o fim da "Deixa Falar", que se funde ao bloco "União das Cores", formando o "União do Estácio de Sá".

PREÇO INCLUI:

TRANSPORTE IDA E VOLTA DESDE O PONTO DE ENCONTRO NO RIO DE JANEIRO,ENTRADA NA AGREMIAÇÃO, GUIA CREDENCIADO NO MINISTÉRIO DO TURISMO.

 

NOSSAS DICAS:

LEVE SUA CÂMERA FOTOGRÁFICA E BEBA BASTANTE LIQUIDO.

 

NÃO SE ESQUEÇA:

USE ROUPAS LEVE PARA APROVEITAR MELHOR O ENSAIO.

Terça Feira - São Clemente

Como pode um jogo criado na Inglaterra se tornar tão popular no Brasil?

Nenhum esporte mobiliza tanto os brasileiros quanto o futebol. A explicação esta na facilidade de se praticar, até com laranjas a população jogava e se divertia. Foi dessa forma que o esporte se popularizou, criando a convicção de que o Brasil joga “o melhor futebol do mundo”, graças à ginga, e a valorização do drible, o que o diferencia dos demais países.

Acompanhando o interesse pelo esporte, no ano de 1951, jovens do bairro de Botafogo, participavam de uma equipe nas cores azul e branca chamada São Clemente Futebol Clube, em homenagem a rua que moravam. Freqüentemente faziam excursões para jogar em outras comunidades.Um dia, enquanto aguardava o início da viagem Ivo da Rocha Gomes avistou na porta de uma quitanda, duas barricas vazias de uva, que de imediato transformou em instrumentos de percussão para uma animada batucada.
À empolgação foi tanta, que Ivo resolveu criar  um “bloco de sujo” que passou a desfilar no Carnaval pelo bairro de Botafogo com a cor azul e branca. 

Os primeiros ensaios foram realizados no estacionamento da autopeça Cia Iansa na Rua São Clemente, sob o efêmero brilho de simples gambiarras, pequenos grupos se organizavam ao

redor de uma bandeira, ao som de alguns poucos instrumentos cantando e sambando. 

No carnaval de 1952 o bloco desfilou pela primeira vez nas cores azul e branco e o

samba foi da autoria de Nelson Escurinho.

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Quarta Feira - Grande Rio

No dia 22 de setembro de 1988, o sonho se realizou: foi fundado o G.R.E.S. Acadêmicos de Duque de Caxias. Para que a agremiação fosse filiada à Associação das Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro, teria que ser oriunda de um bloco carnavalesco. Para tal, surgiu o G.R.B.C. Lambe Copo, localizado no bairro Prainha.
O Sr. Milton Perácio foi eleito Presidente e decidiu que a Escola deveria ter um Patrono e um Presidente de Honra e que deveria ser uma pessoa de influência para ajudar ou até mesmo financiar o carnaval da escola e a partir daí o Sr. Jayder Soares da Silva passou a ser o Presidente de Honra e o Deputado Messias Soares nosso Patrono. 

O G.R.E.S Acadêmicos de Duque de Caxias iria disputar o quinto grupo de acesso das Escolas de Samba, no entanto surgiu a idéia de que a escola poderia disputar o segundo grupo e para tal teria que adotar o nome da antiga escola G.R.E.S. Grande Rio, pois a mesma já fazia parte da acima mencionado. 
Depois de várias reuniões o Presidente sugeriu que se fizesse a fusão das duas agremiações e no dia 22 de setembro de 1988 passou a ser chamar ACADÊMICOS DO GRANDE RIO. 

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Quinta Feira - Beija Flor

UM CAMINHO PERCORRIDO COM MUITA LUTA E GARRA!!!
A Beija-Flor de Nilópolis nasceu nas comemorações do Natal de 1948. Um grupo formado por Milton de Oliveira (Negão da Cuíca), Edson Vieira Rodrigues (Edinho do Ferro Velho), Helles Ferreira da Silva, Mário Silva, Walter da Silva, Hamilton Floriano e José Fernandes da Silva, resolveu formar um bloco que, depois de várias discussões, por sugestão de D. Eulália de Oliveira, mãe de Milton, recebeu o nome de Beija-Flor (inspirado no Rancho Beija-Flor, que existia em Marquês de Valença). Dona Eulália foi admitida como fundadora.

Em 1953, o Bloco Associação Carnavalesca Beija-Flor, vitorioso no bairro, foi inscrito por Silvestre David do Santos (Cabana) integrante da ala dos compositores, como escola de samba, na Confederação das Escolas de Samba, para o desfile oficial de 1954, no segundo grupo.

No seu primeiro desfile, em 1954, foi campeã passando para o Grupo I, no qual permaneceu até 1963. Em 1974, retornou para o Grupo I, resultado do bom trabalho desenvolvido por Nelson Abraão David. Em 1977, Aniz Abraão David assume a Presidência e projeta a Escola de Samba de Nilópolis como uma das mais famosas do mundo.

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Sexta Feira - Portela

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela foi fundado em 11 de abril de 1923 no bairro de Oswaldo Cruz, zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Sendo a mais antiga escola de samba em atividade permanente, é a única escola que participou de todos os desfiles de escolas de samba da cidade.

O G.R.E.S. Portela foi a campeã do primeiro concurso de escolas de samba (não oficial) em 1929, organizado por Zé Espinguela. Desde então, foi a grande responsável por moldar os desfiles na forma como acontecem atualmente, 21 campeonatos e uma grandiosa contribuição para o samba carioca e para a cultura brasileira

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Sábado - Salgueiro

Desde o surgimento de um cotidiano no morro do Salgueiro, os moradores já mostravam sua musicalidade e tinham muito orgulho dos sambas que compunham. Era uma vida marcada pela altura do morro de pedra ainda bruta, mas com uma vista privilegiada da cidade. Um mar de luzes que virou inspiração para a criação de sambas na volta do trabalho.

Carnavalesco por natureza, o morro chegou a abrigar mais de dez blocos, todos com um grande número de componentes que desciam do morro para brincar na Praça Saenz Peña e nas famosas batalhas de confete da Rua Dona Zulmira. Era lá em cima, no morro do Salgueiro que, ainda nos anos 30,  que Dona Alice da Tendinha, passou a organizar um corpo de jurados para premiar os blocos que desfilavam no morro. A cada ano o desfile ficava mais animado e reunia moradores de outros morros e bairros, atraídos pela qualidade dos sambas feitos no Salgueiro.

Da fragmentação do samba do morro em vários blocos surgiu a união e nasceram três escolas de samba no Salgueiro.Mesmo com a qualidade de seus compositores, o Salgueiro, com suas três escolas, não conseguia ameaçar o predomínio das maiores escolas de então – Mangueira, Portela e Império Serrano. Os sambistas de outros morros respeitavam os salgueirenses e citavam seus compositores, passistas e batuqueiros como o que havia de melhor no mundo samba. Mas, nos desfiles da Praça XI … nada acontecia.

No desfile de 1953 não foi diferente e a melhor escola do morro foi a Unidos do Salgueiro, foi então que, no sábado, Geraldo Babão desceu o morro cantando a união das três escolas:

Componentes e baterias das três escolas se juntaram somando cores e bandeiras e arrastando o povo para a Praça Saenz Peña. Foi o estopim para a fusão, se uniram fundaram o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, com as cores vermelho e branco, uma combinação que já era a quebra de um tabu, uma vez que, naquela época todos achavam que “crioulo com roupa vermelha parecia o demônio”. A Unidos do Salgueiro desapareceu anos depois e seus integrantes se juntaram aos Acadêmicos do Salgueiro.

Era o nascimento de uma escola que não seria nem a melhor, nem a pior, mas apenas uma escola diferente.

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“Vamos balançar a roseira,
Dar um susto na Portela, no Império, na Mangueira.
Se houver opinião, o Salgueiro apresenta uma só união,
Vamos apresentar um ritmo de bateria
Pro povo nos classificar em bacharel,
Bacharel em harmonia.
Na roda de gente bamba,
Frequentadores do samba
Vão conhecer o Salgueiro
Como primeiro em melodia.
A cidade exclamará em voz alta:
– Chegou, chegou a Academia!”.

Sábado - Mangueira

Quando o samba ainda não tinha reconhecimento cultural e nem se pensava em escolas de samba, a comunidade da Mangueira já despontava como pioneira dos carnavais cariocas através dos seus cordões, onde um grupo de mascarados conduzidos por um mestre com um apito acompanhava uma orquestra de percussão. Na Mangueira existiam pelo menos dois cordões: o Guerreiros da Montanha e o Trunfos da Mangueira.

Menos primitivos que os cordões, surgiram os ranchos, que se destacaram por permitir a participação das mulheres nos cortejos carnavalescos e por trazerem inovações tais como: alegorias, uso do enredo, instrumentação de sopro e cordas e o casal de dançarinos baliza e porta-estandarte, hoje conhecidos como mestre-sala e porta-bandeira. Três ranchos se destacaram em Mangueira: Pingo de Amor, Pérola do Egito e Príncipes da Mata.

Por volta de 1920, surgiram os blocos com os elementos dos cordões e dos ranchos reunindo os "bambas" do batuque e que atuaram como células para mais tarde darem origem às escolas de samba. 

No dia 28 de abril de 1928, foi fundado o Bloco Estação Primeira. Este bloco esteve presente no primeiro concurso entre sambistas na casa de Zé Espinguela, em 1929, sendo um dos precursores das escolas de samba, junto com a Deixa Falar e a Portela. Cartola, foi o primeiro mestre de harmonia da agremiação e deu a palavra definitiva na escolha do nome e das cores: Estação Primeira, porque era a primeira estação de trem a partir da Estação Central do Brasil onde havia samba; verde e rosa como forma de homenagem a um rancho que existia em Laranjeiras, Os Arrepiados. Aos poucos todos os outros blocos do morro foram se agregando e nos anos 1930 e 40, com o surgimento da categoria carnavalesca, a Mangueira já figurava no rol das "grandes" escolas de samba da cidade.

Venceu os três primeiros concursos oficiais, foi vice-campeã em outros dois. 

Em 1984, ano de inauguração do Sambódromo, protagonizou um dos momentos mais marcantes da história do Carnaval Carioca. Após desfilar, a escola retornou pela Sapucaí, sendo aclamada pelo público. Naquele ano, o primeiro onde houve dois dias de desfile para as escolas de samba, a primeira divisão acabou sendo dividida em dois grupos, sendo cada um, um concurso diferente. Mangueira e Portela, duas das escolas mais tradicionais, venceram, um o desfile de domingo, e outra o de segunda-feira. Um novo concurso foi realizado no sábado seguinte ao Carnaval, entre as melhores escolas de cada dia de desfile, além das melhores do grupo de acesso também. Por fim, a Mangueira sagrou-se "supercampeã".

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Domingo - União da Ilha

Corria o carnaval de 1953 e três amigos, tiveram a ideia de fundar uma escola de samba que congregasse os amigos que batiam uma bolinha no time do União, no bairro da Cacuia. A ideia inicial era disputar os concorridos prêmios do carnaval insulano.
Uma assembleia, realizada no dia 7 de março de 1953 e composta por 59 fundadores, deu origem ao “G.R.E.S. União”. Maurício Gazelle foi eleito o primeiro presidente. A nova escola, que se reunia no armazém de Maurício para planejar os desfiles, teve um início de carreira avassalador. Em 1954, em sua estreia, conquista o título com o enredo ‘Força Aérea Brasileira’, as vitórias sucederam-se e até 1959, conquistaria todos os títulos dos carnavais da Ilha, obtendo o hexacampeonato.
Com tamanho êxito, em 1960, estreia no Terceiro Grupo, na Praça Onze, agora já batizada como “União da Ilha do Governador”. Durante a década de 60, a União alternou bons e maus momentos, chegando a figurar no Segundo Grupo. Era uma escola pobre, que dependia de comerciantes, mas as concorrentes do carnaval da Ilha aos poucos foram morrendo e seus componentes integrando-se à União.
Em 1970 começa a ascensão da escola, que consegue o segundo lugar no terceiro grupo com ‘O Sonho de Um Sambista’, conquistando o direito de voltar ao Segundo Grupo. Firma-se nesta divisão, até que a conquista em 1974 com ‘Lendas e Festas das Yabás’, a leva para o desfile das grandes escolas em 1975. A estreia, embalada pelo belo samba ‘Os Confins de Vila Monte’, é boa. Consegue o 9o lugar entre doze concorrentes, ficando no Primeiro Grupo.

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